O prefeito Bruno Cunha Lima participou, na manhã desta quinta-feira, 9, do lançamento oficial da 5ª edição da Corrida do Bem. A solenidade ocorreu durante café da manhã, no Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP) para a imprensa e patrocinadores. Foram apresentados os detalhes desta corrida beneficente.
Com apoio da Prefeitura de Campina Grande, a corrida será realizada no dia 6 de maio, a partir das 16h, com largada e chegada no Parque Linear Ivandro Cunha Lima. Os percursos serão de 3,5 e 10 km.
Idealizado pelo prefeito Bruno Cunha Lima, à época deputado estadual, a Corrida do Bem já se tornou tradicional no calendário esportivo da Rainha da Borborema. Todo o lucro do evento esportivo será revertido para o hospital, referência em tratamento de pessoas com câncer no estado da Paraíba. Para este ano, a meta é colaborar para a construção e abertura de uma ala oncológica infantil na unidade hospitalar.
O prefeito definiu a corrida como “uma corrente de solidariedade que está chegando a sua quinta edição tendo como meta gerar recursos para o Hospital da FAP”. Diante disso, destacou que espera, mais uma vez, o apoio de todos os segmentos sociais da Paraíba, especialmente de Campina Grande”.
Lembrou que o Hospital se tornou um Centro de Referência Oncológica e de tratamento intensivo, sendo cerca de 90% dos seus pacientes pelo SUS, atendendo a mais de 148 municípios.
O presidente da FAP, Derlópidas Neves, agradeceu ao governo municipal pelo apoio para a Corrida do Bem 2023, que deverá contar com cerca de 5 mil participantes. As inscrições poderão ser feitas por meio do site da FAP (https://hospitaldafap.org.br/), ao preço de R$ 70,00.
Presenças
O lançamento da corrida contou com muitas autoridades e lideranças políticas. Lá estavam o deputado estadual Sargento Neto; os vereadores Alexandre do Sindicato, Carol Gomes, Fabiana Gomes, Saulo Noronha, Aldo Cabral, Janduy Ferreira, Dinho Papaléguas, Waldenir Santana, Rui da Ceasa, Ilmar Falcão e diretores da FAP.
Também marcaram presença secretários municipais e outras autoridades: Carlos Dunga Junior (STTP), Gilbran Asfora (Chefe de Gabinete), Gilney Porto (Saúde), Vanildo Leite (Sejel), Gisele Sampaio (Cultura), Ricardo Wagner (Controladoria Geral), Laerte Dantas (Executivo da Controladoria do Município), Edna Silva (Coordenadoria de Políticas para Pessoas com Deficiência), Thaíse Rego (Chefia de Gabinete da Semas, representando o secretário Walker Neves), Marcos Alfredo (Codecom) e muitas outras personalidades.
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Caged: Brasil abre 83,3 mil vagas com carteira assinada em janeiro
Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, mostram a criação de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro deste ano. No mesmo mês do ano passado, tinham sido criados 155.178 postos de trabalho, nos dados sem ajuste, que não consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. A abertura de emprego formal caiu em janeiro de 2023, por causa da desaceleração econômica e pelo fechamento de vagas temporárias no comércio. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Apesar da desaceleração em relação a janeiro do ano passado, houve melhora em relação a dezembro, quando haviam sido fechados 440.669 postos.
Setores
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 40.686 postos, seguido pela construção civil, com 38.965 postos a mais. Em terceiro lugar, vem a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos) com a criação de 34.023 postos de trabalho.
O nível de emprego aumentou na agropecuária, com a abertura de 23.147 postos. Somente o comércio, pressionado pelo fechamento de vagas temporárias típico do início de ano, extinguiu empregos com carteira assinada no mês passado, com o fechamento de 53.524 vagas.
Destaques
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 19.463 postos formais. A categoria de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 16.447 vagas.
Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 33.738 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 341 vagas.
As estatísticas do Caged, apresentadas em 2020, não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.
Regiões
Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em janeiro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 32.169 postos a mais, seguido pelo Centro-Oeste, beneficiado pela safra de grãos, com 27.352 postos. Em seguida, vem o Sudeste, com 18.778 postos. O Nordeste fechou 133 postos de trabalho, e o Norte extinguiu 482 vagas formais no mês passado.
Na divisão por unidades da Federação, 16 registraram saldo positivo, e nove extinguiram vagas. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+18.663 postos), Santa Catarina (+15.727) e Mato Grosso (+13.715). As maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-3.033 postos), Pará (-1.853) e Paraíba (-1.717).
AB






