Depois de muita preparação e expectativas, chegou o momento mais esperado pelos artesãos: a abertura do 42° Salão do Artesanato Paraibano, que ocorre nesta quinta-feira (11), em Campina Grande, durante o Maior São João do Mundo. A feira, genuinamente paraibana, também é maior em número de dias e em tamanho — neste ano, serão 6 mil metros quadrados de área, uma ampliação de 50% em relação à edição anterior do evento. Na verdade, trata-se de uma megaestrutura montada na entrada da Rainha da Borborema para expor e comercializar o trabalho de cerca de 500 expositores.
Realizado pelo Governo da Paraíba e pelo Sebrae-PB, o Salão do Artesanato Paraibano homenageia, nesta edição, dez artesãs bonequeiras, com o tema ‘Bonecas de Pano — Arte de Viver. Vida de Brincar’, até o dia 4 de julho, das 15h às 22h, todos os dias da semana. Com um lado social muito forte, o evento abraça causas inclusivas, como a das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e também privadas de liberdade, por meio do projeto de ressocialização Castelo de Bonecas. Outro destaque é o Salão Solidário, onde o público visitante doa um quilo de alimento não perecível (ingresso solidário), cuja arrecadação será distribuída a entidades que atendem pessoas em vulnerabilidade social na Rainha da Borborema.
Primeira-dama da Paraíba e presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Camila Mariz destacou que o Salão do Artesanato Paraibano representa algo maior. “A realização do 42° Salão do Artesanato Paraibano faz parte de uma política pública consolidada, que vem gerando renda e melhorando a qualidade de vida de centenas de famílias aqui no estado, a maioria delas chefiada por mulheres. A independência financeira feminina é outro ponto que o Programa do Artesanato Paraibano tem proporcionado. Daí o apoio que tem do Governo da Paraíba e de toda a sociedade”, observou.
Realizado duas vezes ao ano — em janeiro, em João Pessoa; e, em junho, em Campina Grande — o Salão do Artesanato Paraibano é apontado como um dos fatores mais promissores quando o assunto é geração de renda para o segmento. Não à toa, o período de realização da feira aproveita o grande fluxo de turistas. Na Capital, por conta das férias de janeiro; e, na Rainha da Borborema, por conta dos festejos juninos dentro do Maior São João do Mundo.






