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A nova atualização do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apresenta dados referentes ao mês de abril, confirmou que Campina Grande segue com saldo positivo para postos de trabalho. Segundo o levantamento foram 3.833 contratações, ante 3.026 demissões, o que implica em um saldo positivo de 807 novos empregos. De saldo, a cidade Rainha da Borborema tem o número de 104.354 postos de empregos formalizados.

Ainda conforme o estudo, no período citado, a alta foi puxada pelo setor de serviços. Em abril foram 359 novos empregos gerados. Em seguida está a construção civil, com 246 novos empregos, depois estão o comércio com 150; indústria com 50 e ainda 2 no setor da agropecuária.

A secretária de Desenvolvimento Econômico de Campina Grande, Tâmela Fama, comemorou mais esse dado positivo. “É um número animador. É um cenário animador. Mais uma vez, Campina Grande mostra sua capacidade de se reinventar, fechando mais um mês com saldo positivo na geração de emprego. E nós estamos falando dos números de abril. Mediante o histórico de proximidade com nosso motor econômico, que é O Maior São João do Mundo, o mês de maio pode trazer uma estatística ainda maior e, no segundo semestre, devemos estar celebrando também bons números no que diz respeito ao mês de junho”, ressaltou.

Cenário estadual

A Paraíba obteve, novamente, um desempenho tímido. Os dados do Caged apontam que o estado teve um total de 18.930 admissões, ante 18.191 demissões, o que resulta em um saldo de 739 novos empregos, número menor que o registrado em Campina Grande.

Neste cenário, mais uma vez, o setor de serviços puxou a alta com a geração de 1.292 empregos. 556 postos foi o número da construção civil e o comércio, 397. Já a indústria teve mais um saldo negativo, dessa vez de 1.300 empregos. A agropecuária também fechou o mês no vermelho, com menos 207 vagas.

Cenário nacional

O Brasil fechou abril com um saldo de 240 mil empregos. Desse total, 5.576 postos foram gerados pela agropecuária; 35.990 pela indústria; quase 32 mil postos, pela construção civil; mais de 27 mil pelo comércio. E o setor de serviços, com mais de 138 mil vagas criadas, liderou a geração de empregos. Neste mês, nenhum setor fechou o Caged negativo no plano nacional.