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O vereador Alexandre do Sindicato (União Brasil) voltou a apelar nesta segunda-feira, 10, à bancada de oposição para que sejam votadas as suplementações encaminhadas à Câmara Municipal pelo poder executivo e que ainda não foram apreciadas por conta de um posicionamento da oposição que o parlamentar entende estar sendo prejudicial à cidade.

Nesta segunda, a gestão municipal explicou que, pela ausência de votação das suplementações, não tem como pagar os salários dos prestadores de serviço da Secretaria de Obras, Gabinete do Prefeito, Procuradoria Geral do Município e Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), que deveriam ser depositados nesta data.

“A situação ultrapassou todos os limites. Já não se trata mais de uma questão entre oposição e governo, mas de uma queda de braço por meio da qual o bloco que faz oposição ao prefeito está impedindo até o pagamento de salários de pais e mães de família, o que é profundamente lamentável”, disse Alexandre.

“Tenho feito insistentes apelos para que meus colegas ponham a mão na consciência para entender que Campina Grande não pode ser prejudicada por razões políticas e partidárias. Os vereadores foram alertados que haveria atraso no pagamento dos salários se não fossem votadas as suplementações, mas ainda assim decidiram não votar”, complementou.

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Alexandre do Sindicato também ressaltou que os vereadores que se colocaram radicalmente contra as suplementações são aliados do governador João Azevêdo, o qual, por sua vez, opera o orçamento estadual com liberdade para promover as suplementações que sua gestão julga necessárias.

“João pode, mas o prefeito Bruno Cunha Lima não pode. São dois pesos e duas medidas. Isso não é fazer oposição ao prefeito. Isso é fazer oposição ao povo de Campina Grande”, criticou duramente o parlamentar.

Ascom