A vereadora Dona Fátima se pronunciou nesta quinta-feira, 10, sobre a decisão de retirar sua assinatura do requerimento para instalação de uma comissão parlamentar de inquérito na Câmara Municipal de Campina Grande para investigar denúncias envolvendo o Hospital João XXIII.

Segundo a vereadora, não se pode admitir que uma guerra de CPIs se instale na CMCG motivada por divergências partidárias e busca de promoção pessoal. Dona Fátima estranhou, por exemplo, que apenas ela, entre os vereadores que assinaram o pedido da CPI, tenha ido à audiência pública convocada pelo Ministério Público para tratar do problema.

“A minha decisão de retirar a assinatura se deu a partir do momento que percebi que nenhum vereador de oposição foi à reunião. Isto mostrou que a intenção não era somente resolver o problema, mas uma tentativa de promoção política por parte de alguém, e eu jamais iria me prestar a apoiar esse tipo de papel”, criticou.

“Minha posição sempre foi muito clara em relação à minha base política e a qual grupo pertenço. Continuo firme na base do governador João Azevedo e fazendo parte da bancada de oposição ao governo municipal. Quando o então líder da oposição na cidade rompeu com João, eu me mantive ao lado do governador. Eu não fui e depois voltei. Permaneci no mesmo lugar”, complementou.

Paraiba21 com Ascom