O estudante que conclui o ensino médio e se prepara, nos primeiros meses do ano, para ingressar no ensino superior pode vivenciar sentimentos de ansiedade diante dessa nova etapa da vida. No entanto, os períodos de transição são necessários e fazem parte do desenvolvimento pessoal, ainda que envolvam mudanças inevitáveis.
A doutoranda em Psicologia Aline Santos Soares, coordenadora do curso de Psicologia da UNINASSAU Campina Grande, essa transição de fase – da adolescência para a fase que se aproxima da fase adulta; além da mudança do ensino médio básico para um outro tipo de ensino que se caracteriza como profissional, porque se trata de uma escolha que delineia boa parte da trajetória de vida.
De acordo com a doutoranda em Psicologia Aline Santos Soares, coordenadora do curso de Psicologia da UNINASSAU Campina Grande, essa transição envolve a passagem da adolescência para a fase adulta, além da mudança de um modelo de ensino básico para outro de caráter profissional. Trata-se de uma escolha que delineia boa parte da trajetória de vida do estudante.
“Além disso, há mudanças hormonais que, muitas vezes, entram em conflito com as escolhas profissionais. À medida que essas transformações são compreendidas e validadas, o enfrentamento da transição do ensino médio para a formação profissional passa a ser melhor assimilado, permitindo que o sujeito administre os desafios de forma mais consciente”, completa.
Com uma rotina bastante diferente daquela vivenciada no ensino médio, a dinâmica do ensino superior, que envolve aulas, congressos, projetos de extensão, estágios e outras atividades, pode causar impacto nos primeiros meses. “O cotidiano acadêmico é marcado por disciplinas e práticas que promovem a imersão em experiências fundamentais para a formação. Esse processo deve ser entendido como uma etapa necessária para a conquista do diploma”, destaca a coordenadora.
Buscar o diálogo com estudantes veteranos do curso, além de contar com o apoio da família, são atitudes importantes para vivenciar essa fase da trajetória acadêmica com mais leveza. “É fundamental organizar as responsabilidades acadêmicas de forma a priorizar a saúde mental. Construir um cronograma que contemple horários de estudo, lazer, descanso e alimentação faz toda a diferença. Quando o estudante não consegue fazer isso sozinho, procurar o auxílio de um profissional da Psicologia é essencial”, conclui Aline Santos Soares.
Ascom Uninassau/CG






